Volta e meia apareço por aqui para debitar uns batráquios uns bitaites e alvitres sobre o que se insurge no meu caminho, no dos outros e no nosso. Poderiam ser interpretadas estas palavras como: este indivíduo mete a colher na vida dos outros e em qualquer lado. Pois, podiam. Pois.
Opiniões à parte ficamos com umas quantas considerações acerca daquilo que tenho lido, visto ou só mesmo vislumbrado nos média, acerca de tão interessante assunto que é a crise internacional.
Importa primeiro esclarecer o conceito de crise (segundo o utilíssimo dicionário on-line da priberam):
- alteração para melhor ou para pior no curso de uma doença;
- ataque, acometimento, acidente;
- momento perigoso ou decisivo de um negócio;
- perturbação que altera o curso ordinário das coisas;
- situação de um governo que encontra dificuldades muito graves em se manter no poder.
- moral: luta interior entre dois sentimentos;
- ministerial: espaço de tempo entre a queda de um ministério e a constituição de outro que lhe sucede.
sob o meu ponto de vista comento o que cada um destes pontos tem a ver com o nosso cantinho à beira-mar plantado:
- Maleitas e doenças, passo a redundância são evitadas diariamente por toda a população nacional, o único mal para o qual não se encontrou genérico foi a disentería mental (afecta grande parte da população afecta às actividades políticas, de gestão e de planeamento territorial).
- Acometimentos vários dão origem a deformações várias, afectando neste caso o carácter. Consequentemente surgem acidentes de natureza ideológica levando à confusão individual da identidade geral (confuso? nada de anormal não é?)
- Momento perigoso ou decisivo de um negócio, é aqui que normalmente o negócio pode correr mal, com uma rápida passagem num multibanco percebe-se que o negócio corre mesmo muito mal pra todos.
- Perturbação que altera o curso ordinário das coisas, bem vistas as coisas, não podemos aplicar este ponto no nosso caso. A única coisa ordinária que encontramos na vida enquanto portugueses é mesmo algum vizinho badalhoco que passa o dia em roupão.
- Situação de um governo que encontra dificuldades muito graves em se manter no poder, ora aqui é que muita gente tenta bater o pé, a culpa é do governo, da governação e de tudo o que daí deriva. Dá que pensar, será que é do governo ou será que somos "ingovernáveis".
- Moral: luta interior entre dois sentimentos. Isto é uma estupidez, não há conflito nenhum, é comprar o carro novo e não ter dinheiro para comer, ponto. O sentimento de luxúria vai muito bem com o sentimento do estômago vazio.
- Ministerial: espaço de tempo entre a queda de um ministério e a constituição de outro que lhe sucede. É o timming perfeito para um golpe de estado.
O que é comum a todos estes significandos? Correcto, a CRISE. Nem tudo é negativo, sai-nos de cima o peso da complicada decisão de onde gastar os dinheiros escassos da jornada laboral. Tudo passa a ser simples, aquilo que ganhamos é para comer. (ora agora digam-me, se não é preferível ser ignorante e viver feliz).
quinta-feira, dezembro 11, 2008
quinta-feira, outubro 02, 2008
Ristorant
Aqui me encontro mais uma vez a relatar uma das minhas muitas observações.
Estive com uns colegas de trabalho, mais precisamente 6 pelo dia de hoje num restaurante, tex-mex, tive um convite daquele que veio por anexo no dia em que nasci e que, não se olvidando de mim, me disse: -Tendes que ir lá papar num dia de teste aos funcionários. Olha não é tarde nem é cedo. Foi hoje mesmo. Fizemo-nos ao táxi e lá fomos com um sorriso nas fronhas, umas belas outras nem por isso, trincar uma borla.
Primeira situação a ter em conta, o restaurante é em Telheiras, not bad. Saímos do Amoreiras Plaza, tudo sítios finos, sim porque o patrão não se dá com ralé e ainda me espanto como é que se dá connosco. Lá fomos com motorista no carro beje, sempre a contar. O senhor que nos levou, vulgo fogareiro, tinha uns modos tão delicados como um elefante numa loja de porcelana. Soltou entre-dentes uns grunhidos que ninguém percebeu e lá nos levou para Telheiras. Fomos pelo caminho mais longo à face da terra, e o senhor como profissional do táxi nunca deve ter percebido porque existem traços a separar as faixas na estrada, íamos levando com um camião de mudanças em cima. Adiante, chegámos ao destino e entrámos no dito restaurante de convite em riste. Disse que vinha da parte do Sr. X ao que a menina respondeu prontamente: - Sigam por favor a minha colega. Subimos uma escada e indicaram-nos a mesa que ficámos a saber ser a 51. Bancos corridos sem espaço para passar de pé, fomos deslizando até ao fundo do banco limpando tudo o que eventualmente poderia estar lá colado (o que eles poupam em limpeza). Chegou o Vinicius, não era o de Morais e não sacou duma viola. Deu-nos 6 folhas coloridas e disse que podíamos escolher cada um o seu prato.
- Ok! E para beber quero uma cola!
- Pode ser pepsi?
- Olhe e 7up tem? É isso mesmo.
O rapaz apareceu com os braços cheios de canecas e nem um minuto depois apareceu outro com o mesmo pedido. Deixe estar como até é grátis, nós forçamo-nos a beber um litro disso.
Pedi um bife o nome em inglês, apesar de dominar fluentemente, antever o que viria, só se fosse vidente. Porque apesar de ter sido traduzido por um familiar, não me parece que o original fosse sequer perceptível. Um pequeno pormenor que me olvidei: estavam os colegas americanos todos a dar formação aos portugueses, ou seriam todos brasileiros? Não interessa, havia no ar uma mistura grande, mas muito grande de dialectos. Naturalmente que não sabendo falar português se dirigiram a nós em inglês, estilo redneck, mesmo do Texas. Owdi partner. Só tivemos que esperar a paparoca enquanto a americana nos dizia que limpámos os croquetes de queijo da entrada como um tornado. Não a devia espantar, eramos seis amiga, nem sequer tapou a cova de um dente.
Começou a chegar a comida, trazida por uma terceira e uma quarta pessoas. A rapariga, trazia o meu bife e perguntámos, uma vez que tinha pedido vegetais e só vi arroz e puré, o que era aquilo. (como quem pergunta o nome do prato) Responde ela com um ar de inocente ignorância de quem está em formação: é um bife. Mal sabe ela que eu andei na escola e aprendi que aquele era da alcatra, e que o melhor é o do lombo só superado pelo tenrissímo fillet-mignon, e que meio minuto a olhar prá ementa já sabia de cor o raio do nome do prato e do respectivo bife. Grilled Rump Steak (toma lá, formanda).
O rapaz que trouxe na sua mão hamburgueres, confundiu o pedido e trocou a comida de lugar, nada de grave, pelo menos quando lhe repetimos o nome do prato ele soube com convicção que o da direita tinha bacon. (isso é garantido. Aqui tudo leva bacon, jovem). Apareceu Vinicius e quase que nos deu música com a sobremesa que não estava incluída. Troquemos então por cafés, pode ser? E ele num gesto de caridade típico de quem adora o Senhor, respondeu: - eu ofereço pra voceis.
Tragados os cafés, corremos para o táxi e voltamos ao trabalho num trovão. Perguntei-me se não seria melhor ter saboreado tudo mais lentamente como tenho hábito de fazer. Mas rapidamente me auto-elucidei: Grilled Rump Steak tem o mesmo sabor comido devagar ou depressa.
Estive com uns colegas de trabalho, mais precisamente 6 pelo dia de hoje num restaurante, tex-mex, tive um convite daquele que veio por anexo no dia em que nasci e que, não se olvidando de mim, me disse: -Tendes que ir lá papar num dia de teste aos funcionários. Olha não é tarde nem é cedo. Foi hoje mesmo. Fizemo-nos ao táxi e lá fomos com um sorriso nas fronhas, umas belas outras nem por isso, trincar uma borla.
Primeira situação a ter em conta, o restaurante é em Telheiras, not bad. Saímos do Amoreiras Plaza, tudo sítios finos, sim porque o patrão não se dá com ralé e ainda me espanto como é que se dá connosco. Lá fomos com motorista no carro beje, sempre a contar. O senhor que nos levou, vulgo fogareiro, tinha uns modos tão delicados como um elefante numa loja de porcelana. Soltou entre-dentes uns grunhidos que ninguém percebeu e lá nos levou para Telheiras. Fomos pelo caminho mais longo à face da terra, e o senhor como profissional do táxi nunca deve ter percebido porque existem traços a separar as faixas na estrada, íamos levando com um camião de mudanças em cima. Adiante, chegámos ao destino e entrámos no dito restaurante de convite em riste. Disse que vinha da parte do Sr. X ao que a menina respondeu prontamente: - Sigam por favor a minha colega. Subimos uma escada e indicaram-nos a mesa que ficámos a saber ser a 51. Bancos corridos sem espaço para passar de pé, fomos deslizando até ao fundo do banco limpando tudo o que eventualmente poderia estar lá colado (o que eles poupam em limpeza). Chegou o Vinicius, não era o de Morais e não sacou duma viola. Deu-nos 6 folhas coloridas e disse que podíamos escolher cada um o seu prato.
- Ok! E para beber quero uma cola!
- Pode ser pepsi?
- Olhe e 7up tem? É isso mesmo.
O rapaz apareceu com os braços cheios de canecas e nem um minuto depois apareceu outro com o mesmo pedido. Deixe estar como até é grátis, nós forçamo-nos a beber um litro disso.
Pedi um bife o nome em inglês, apesar de dominar fluentemente, antever o que viria, só se fosse vidente. Porque apesar de ter sido traduzido por um familiar, não me parece que o original fosse sequer perceptível. Um pequeno pormenor que me olvidei: estavam os colegas americanos todos a dar formação aos portugueses, ou seriam todos brasileiros? Não interessa, havia no ar uma mistura grande, mas muito grande de dialectos. Naturalmente que não sabendo falar português se dirigiram a nós em inglês, estilo redneck, mesmo do Texas. Owdi partner. Só tivemos que esperar a paparoca enquanto a americana nos dizia que limpámos os croquetes de queijo da entrada como um tornado. Não a devia espantar, eramos seis amiga, nem sequer tapou a cova de um dente.
Começou a chegar a comida, trazida por uma terceira e uma quarta pessoas. A rapariga, trazia o meu bife e perguntámos, uma vez que tinha pedido vegetais e só vi arroz e puré, o que era aquilo. (como quem pergunta o nome do prato) Responde ela com um ar de inocente ignorância de quem está em formação: é um bife. Mal sabe ela que eu andei na escola e aprendi que aquele era da alcatra, e que o melhor é o do lombo só superado pelo tenrissímo fillet-mignon, e que meio minuto a olhar prá ementa já sabia de cor o raio do nome do prato e do respectivo bife. Grilled Rump Steak (toma lá, formanda).
O rapaz que trouxe na sua mão hamburgueres, confundiu o pedido e trocou a comida de lugar, nada de grave, pelo menos quando lhe repetimos o nome do prato ele soube com convicção que o da direita tinha bacon. (isso é garantido. Aqui tudo leva bacon, jovem). Apareceu Vinicius e quase que nos deu música com a sobremesa que não estava incluída. Troquemos então por cafés, pode ser? E ele num gesto de caridade típico de quem adora o Senhor, respondeu: - eu ofereço pra voceis.
Tragados os cafés, corremos para o táxi e voltamos ao trabalho num trovão. Perguntei-me se não seria melhor ter saboreado tudo mais lentamente como tenho hábito de fazer. Mas rapidamente me auto-elucidei: Grilled Rump Steak tem o mesmo sabor comido devagar ou depressa.
segunda-feira, setembro 29, 2008
Breathless
Findas as folgas, volta-se ao trabalho pela manhã. Pelas nove esperam que estejamos novamente na vida sedentária que levamos de uma forma tão sôfrega que não há tempo para apreciar os momentos que estamos com quem gostamos, os sorrisos que nos mostram, os que mostramos. Falta por vezes, ar puro para respirar. Sucedem-se os suspiros de impaciência, a mente divaga para lugares onde seria fácil viver e estar. Perde-se o pensamento e fazem-se planos secretos, levamos connosco uma outra pessoa, aquela que nos faz sentir especial. Toda a vida desde o dia em que nos recai sobre a pele a tal consciência social de que fazemos parte da considerada população activa, que se acumula essa vontade de gritar, de explodir, de se desresponsabilizar. E por muita falta que nos faça imaginar e voar, fugir daquele recibo de vencimento que nos persegue com os descontos para a tão esperada reforma desta vida sem descanso. Paro uns momentos para imaginar um cenário diferente daquilo que seria a minha vida ideal:
Segunda-feira de manhã, não é certo que acorde bem-disposto hoje, pois o telefone não pára de tocar faz umas horas. Necessitam da minha ajuda em todo o lado. Tenho que pôr-me a caminho. O barco não espera. Meia volta na cama, quero ficar mais um bocadinho aqui no quentinho. Toca novamente o telefone: - Onde estás? Já estamos há tua espera faz tempo. Olha que perdes o barco. Salta da cama, anda! - Ok! Ok! - Respondo convicto que agora é que me ia mesmo pôr a pé.
Salto da cama para o chuveiro, visto-me num ápice, nem passo o pente, como é hábito (dentro do arrumadinho temos que ser um pouco rebeldes). Corro para o barco, que parece um bocado turvo, consigo vislumbrar duas riscas de cores distintas, mas não as consigo distinguir. Chego perto, muito perto quase a cair à água e finalmente as distingo: estou na margem sul a apanhar um cacilheiro.
Ar, ar que me falta o ar.
Segunda-feira de manhã, não é certo que acorde bem-disposto hoje, pois o telefone não pára de tocar faz umas horas. Necessitam da minha ajuda em todo o lado. Tenho que pôr-me a caminho. O barco não espera. Meia volta na cama, quero ficar mais um bocadinho aqui no quentinho. Toca novamente o telefone: - Onde estás? Já estamos há tua espera faz tempo. Olha que perdes o barco. Salta da cama, anda! - Ok! Ok! - Respondo convicto que agora é que me ia mesmo pôr a pé.
Salto da cama para o chuveiro, visto-me num ápice, nem passo o pente, como é hábito (dentro do arrumadinho temos que ser um pouco rebeldes). Corro para o barco, que parece um bocado turvo, consigo vislumbrar duas riscas de cores distintas, mas não as consigo distinguir. Chego perto, muito perto quase a cair à água e finalmente as distingo: estou na margem sul a apanhar um cacilheiro.
Ar, ar que me falta o ar.
segunda-feira, setembro 22, 2008
Na rota dos caramelos
Hace mucho mucho tiempo, nãaaa se há algo que me comprometi a fazer foi a nunca escrever asneiras neste blog. Vai daí vou tentar descrever a minha visita a Badajoz no passado fim-de-semana.
Personas - De postura estranha não são mais do que pessoas da Amadora que falam espanhol;
Arquitectura - A qualidade extremosa a que se propuseram os empreiteiros para construir um gueto gigante.
Bocadillos - O momento auge de qualquer viagem é sem dúvida alguma provar a gastronomia local. Mini-baguettes (pão de origem francesa) com as mais variadas tentativas de tornar uma baguette saborosa. Naturalmente, em vão. Pelo tamanho de tudo podemos positivamente incluir as miniaturas na gastronomia gourmet.
Los Caramelos - O engodo, nada vi que se assemelhasse a tal iguaria. Comparativamente posso dizer que os passeios têm a consistência de caramelos, colam literalmente aos sapatos.
IFEBA - Feira de caça e pesca ou lá o que era aquilo. O verdadeiro pesadelo dos biólogos. Digo biólogos porque tenho convivido com muitos nos passados meses e uma em especial já há um aninho e meio. Pessoas que gostam mesmo do que fazem com uma apetência quase visceral para apanhar dejectos e carraças no meio dos descampados. No fundo gente simpática. Como dizia: Feira onde haviam centenas de cabeça de peça de caça nas paredes, animais vitimados pelos lunáticos das armas. Melhor que tudo era ver os rednecks a virar cada esquina pasmados e deveras interessados em tudo aquilo. Fascinante do ponto de vista do comportamento social. Quase que se compararia a seguir de perto um grupo de macacos, sem a parte das matanças e das sessões de taxidermia. Achei contudo estranho a pouca incidência na gastronomia proveniente da prática Neandertal que é, caçar para comer.
Feira de São Mateus em Elvas - o apogeu do rústico culminado a um pico superior ao evereste onde simplesmente não existe oxigénio, com carrinhos de choque e churros.
O que valeu foi sem dúvida a companhia que faz sempre superar todas as dificuldades de digestão localizada em situações deprimentes e conturbadas da selva urbana que é Badajoz.
Personas - De postura estranha não são mais do que pessoas da Amadora que falam espanhol;
Arquitectura - A qualidade extremosa a que se propuseram os empreiteiros para construir um gueto gigante.
Bocadillos - O momento auge de qualquer viagem é sem dúvida alguma provar a gastronomia local. Mini-baguettes (pão de origem francesa) com as mais variadas tentativas de tornar uma baguette saborosa. Naturalmente, em vão. Pelo tamanho de tudo podemos positivamente incluir as miniaturas na gastronomia gourmet.
Los Caramelos - O engodo, nada vi que se assemelhasse a tal iguaria. Comparativamente posso dizer que os passeios têm a consistência de caramelos, colam literalmente aos sapatos.
IFEBA - Feira de caça e pesca ou lá o que era aquilo. O verdadeiro pesadelo dos biólogos. Digo biólogos porque tenho convivido com muitos nos passados meses e uma em especial já há um aninho e meio. Pessoas que gostam mesmo do que fazem com uma apetência quase visceral para apanhar dejectos e carraças no meio dos descampados. No fundo gente simpática. Como dizia: Feira onde haviam centenas de cabeça de peça de caça nas paredes, animais vitimados pelos lunáticos das armas. Melhor que tudo era ver os rednecks a virar cada esquina pasmados e deveras interessados em tudo aquilo. Fascinante do ponto de vista do comportamento social. Quase que se compararia a seguir de perto um grupo de macacos, sem a parte das matanças e das sessões de taxidermia. Achei contudo estranho a pouca incidência na gastronomia proveniente da prática Neandertal que é, caçar para comer.
Feira de São Mateus em Elvas - o apogeu do rústico culminado a um pico superior ao evereste onde simplesmente não existe oxigénio, com carrinhos de choque e churros.
O que valeu foi sem dúvida a companhia que faz sempre superar todas as dificuldades de digestão localizada em situações deprimentes e conturbadas da selva urbana que é Badajoz.
quarta-feira, agosto 27, 2008
O ímpio
Não negando a existência, metafísica ou física de seres divinos isto porque poderíamos ser execrados pela igreja católica. Acreditando ou não, é uma questão de onde advém muita polémica. Longe dos tempos em que isso me divertia, agora procuro uma visão muito mais séria e esclarecida sobre o que são os vários elementos, não palpáveis da nossa sociedade.
Expressando unicamente a minha opinião, gosto de ver e assistir a manifestações de fé e fervor religioso, desde que, não ultrapassem a barreira do doentio. Numa sociedade onde vigora a lei do mais esperto, não necessariamente do mais inteligente é fulcral saber onde estar no patamar da displicência social. Fazer parte de uma tribo, de uma seita ou de uma facção política pode ser questionável sob todos os pontos de vista. No entanto parece-me que é a fé e a esperança em algo melhor que faz com que milhares e milhares de pessoas em todo o mundo se movam. Se é isso o seu motor, porreiro pá. Não custa no entanto pensar simplesmente nisto: Não me parece que tenha sido uma boa jogada de marketing pessoal, dizer que se anda sobre água (antigamente caíriamos no enlevo da coisa, hoje já se viu de tudo). A pessoa cai em descrédito. A necessidade que todas as igrejas possuem em extorquir um soldo ou um dízimo aos seus fiéis retira-lhe automaticamente qualquer conotação divina, dado que o dinheiro e os bens materiais são condenados pelos próprios.
Uma palavra final de ímpio: tenham sempre fé, é algo importante do ponto de vista da motivação.
Aos outros: não concordar com as opiniões expressadas é humano, questioná-las é humano, criar as suas próprias é divino.
Expressando unicamente a minha opinião, gosto de ver e assistir a manifestações de fé e fervor religioso, desde que, não ultrapassem a barreira do doentio. Numa sociedade onde vigora a lei do mais esperto, não necessariamente do mais inteligente é fulcral saber onde estar no patamar da displicência social. Fazer parte de uma tribo, de uma seita ou de uma facção política pode ser questionável sob todos os pontos de vista. No entanto parece-me que é a fé e a esperança em algo melhor que faz com que milhares e milhares de pessoas em todo o mundo se movam. Se é isso o seu motor, porreiro pá. Não custa no entanto pensar simplesmente nisto: Não me parece que tenha sido uma boa jogada de marketing pessoal, dizer que se anda sobre água (antigamente caíriamos no enlevo da coisa, hoje já se viu de tudo). A pessoa cai em descrédito. A necessidade que todas as igrejas possuem em extorquir um soldo ou um dízimo aos seus fiéis retira-lhe automaticamente qualquer conotação divina, dado que o dinheiro e os bens materiais são condenados pelos próprios.
Uma palavra final de ímpio: tenham sempre fé, é algo importante do ponto de vista da motivação.
Aos outros: não concordar com as opiniões expressadas é humano, questioná-las é humano, criar as suas próprias é divino.
quarta-feira, agosto 20, 2008
Bocejo
Ultimamente, nos últimos dias, da última semana, ultimando o mês, dou por mim com tremendas cargas de sono. Não é só sono por ter vontade de dormir, é mesmo vontade de não me mexer, de andar aos caídos e não aspirar a ter nada feito no final do dia. Demoro estranhamente a assimilar tudo o que se passa em minha volta. Desenvolve-se um tamanho estado de nostalgia e saudades da cama que procuro justificar-me a todo o custo o porquê de não estar deitado. Pensei naquela história da Tsé-Tsé, mas não tenho os sintomas. Até que descobri os verdadeiros motivos:
Noite escura como o breu - tinha bebido 3 colas e um café depois de jantar. Estava mais alerta que um morcego. Diria que tinha olhos de membro da familia do lemuriformes. Deitei-me ainda assim na esperança que o sono aparecesse. Não apareceu. Deixou-me pendurado como se tivéssemos combinado um café e ele não se lembrasse da hora combinada, consequentemente não apareceu. De manhã apesar de todos os meus esforços para sorver a alvorada ouvi à porta do quarto os passos do João Pestana, aquela imagem feérica que me pareceu um indíviduo pouco agastado e manso a roçar o mau feitio à semelhança do São Pedro. Escondido atrás da porta, assim que me levantei disponibilizei-me à jarda da sua zarabatana e tum! Caí como peso morto no chão a dormir. Ultimamente, nos últimos dias, da última semana, ultimando o mês luto para me manter acordado criticando a dose extra de soporífero que o Pestana me soprou no lombo.
Assim que tiver a possibilidade de escrever um bocejo, farei naturalmente o obséquio de vos ilustrar o meu dia-a-dia, ultimamente, nos últimos dias, da última semana, ultimando o mês.
Noite escura como o breu - tinha bebido 3 colas e um café depois de jantar. Estava mais alerta que um morcego. Diria que tinha olhos de membro da familia do lemuriformes. Deitei-me ainda assim na esperança que o sono aparecesse. Não apareceu. Deixou-me pendurado como se tivéssemos combinado um café e ele não se lembrasse da hora combinada, consequentemente não apareceu. De manhã apesar de todos os meus esforços para sorver a alvorada ouvi à porta do quarto os passos do João Pestana, aquela imagem feérica que me pareceu um indíviduo pouco agastado e manso a roçar o mau feitio à semelhança do São Pedro. Escondido atrás da porta, assim que me levantei disponibilizei-me à jarda da sua zarabatana e tum! Caí como peso morto no chão a dormir. Ultimamente, nos últimos dias, da última semana, ultimando o mês luto para me manter acordado criticando a dose extra de soporífero que o Pestana me soprou no lombo.
Assim que tiver a possibilidade de escrever um bocejo, farei naturalmente o obséquio de vos ilustrar o meu dia-a-dia, ultimamente, nos últimos dias, da última semana, ultimando o mês.
segunda-feira, agosto 18, 2008
Eurocoiso
Tenho por hábito não manifestar o meu descontentamento reivindicativo com palavrões. Portanto deixo a forma gráfica dos mesmos: *#%?#* fica a faltar a caveirinha.
Porquê esta minha revolta? Na ansiedade de me libertar de um estilo de vida de classe medíocre ou medíocre baixa, joguei no Eurocoiso. Um jackpot de 54 milhões de razões para perder o amor a 10€ e entregar um boletim. Até aqui tudo bem. É aqui que me coloco na posição de uns quantos esperançosos jogadores que adoram baldes de água fria semanalmente. O grave da situação foi o resultado da minha aposta. Logo no primeiro quadrado dos 5 números e de duas estrelas, acerto tudo, atenção, tudo no número exactamente ao lado. *#%?#* (fica a faltar a caveirinha) GOD, que frustração imensa. Foram abertas as comportas da minha barragem da esperança quando esta, estava na quota máxima. Inundei a sala de maldições, agoiros, palavrões e meti o meu ar afoito durante umas duas ou três horas. Culpo-me de ter acreditado, e por dois ou três conjuntos de 60 minutos sofri a bom sofrer o equívoco que é jogar no Eurocoiso.
Agora com a barragem vazia, jazem-me os peixes da sorte, as libélulas do verosímil e os lagostins do lodo da expectação.
Porquê esta minha revolta? Na ansiedade de me libertar de um estilo de vida de classe medíocre ou medíocre baixa, joguei no Eurocoiso. Um jackpot de 54 milhões de razões para perder o amor a 10€ e entregar um boletim. Até aqui tudo bem. É aqui que me coloco na posição de uns quantos esperançosos jogadores que adoram baldes de água fria semanalmente. O grave da situação foi o resultado da minha aposta. Logo no primeiro quadrado dos 5 números e de duas estrelas, acerto tudo, atenção, tudo no número exactamente ao lado. *#%?#* (fica a faltar a caveirinha) GOD, que frustração imensa. Foram abertas as comportas da minha barragem da esperança quando esta, estava na quota máxima. Inundei a sala de maldições, agoiros, palavrões e meti o meu ar afoito durante umas duas ou três horas. Culpo-me de ter acreditado, e por dois ou três conjuntos de 60 minutos sofri a bom sofrer o equívoco que é jogar no Eurocoiso.
Agora com a barragem vazia, jazem-me os peixes da sorte, as libélulas do verosímil e os lagostins do lodo da expectação.
quinta-feira, agosto 14, 2008
Aquela semana.
Fiz tudo como deve ser feito. Planificação completa, preparação e mentalização. Disse para comigo: vais chegar lá e vai ser uma seca tremenda, vais preferir ter ficado em casa a dobrar guardanapos ou a fazer brilharetes na Wii. Nada me preparou para o que se sucedeu. O meu relato daquela semana começa aqui:
Tomo primeiro: dia normal não fosse o início de uma temporada de férias. O meu objectivo é sempre o de descansar a cabeça e chego inevitavelmente à conclusão de que nunca o consigo, porque estou sempre a magicar alguma coisa. Imaginação crónica, modéstia à parte. Nada a assinalar excepto o facto de ter feito uma viagem a 120 km/h porque todo o carro abanava com o vento. Fui em direcção ao mato.
Tomo segundo: Got there! Almoço e jantar de férias é sempre e quase obrigatório fazer grelhados: entremeadas, salsichas, sardinhas, frango (ahhhhhh, o frango). A indispensável salada que por insistência dos presentes passa de salada de tomate com cebola, para salada de cebola com tomate. O molho de alho que até os mosquitos afasta e a bela sesta à beira da piscina. Descanso, pensei. Descanso.
Tomo terceiro: Curvas e contracurvas. Saí do mato para o matagal, o poeiredo ou a terra das curvas com precipícios de onde não há salvação possível, mesmo que me safasse da estrada, não me safava da água. O piloto de rallies elevou o nome de crânio a castanholas, pelo menos no banco de trás, tudo parecia enublado com o sono forçado que me foi proposto pelas cabeçadas na porta.
Tomo quarto: Cheguei, e mesmo na altura em que o desmaio perdeu efeito. Olhos abertos, a abarrotar de pastéis de fraqueza procurei avidamente uma posta de novilho que para delícia das minhas artérias vinha temperada no ponto C o ponto de apogeu do colesterol. Só coisas boas para a moral. Atendidos por alguém no restaurante, digo alguém porque pela aparência, não discerni o que seria: um homem, uma mulher, uma mistura? Fixei a sua voz sumida em tom de noviço no canal horeca. Chamouuuuu? Com um murro na mesa gritei guturalmente: é um bife ainda a mexer. Já!!!
Tomo quinto: A escolha foi difícil depois de vários pensamentos rápidos acerca de estilo, cor da pele e a cor dos olhos ou cabelo, para escolher a indumentária que seria a utilizar por dias vindouros capacitada de aguentar com vários dias sem ver água na fibra. A escolha recaiu na castanha, naturalmente escura poderia sem dúvida alguma camuflar nódoas, medalhas, onde jazem insectos e até a poeira dos caminhos.
Tomo sexto: conhecidas as companheiras do passeio, de ar animado e bem-disposto. Pode-se dizer que são excelentes exemplares da raça e que na certeza das minhas palavras seriam a escolha do oposto de género para a parafernália de situações que advêm duma atracção. Foram de facto belos exemplares e mais do que o demonstraram no final do passeio. Aguentar com toda a carga exige estrica e genica.
Tomo sétimo: Exercício fulcral matinal, ao almoço e ao jantar. A crítica quer-se útil, destrutiva, construtiva, assertiva, normativa e regular. Cumpri.
Tomo oitavo: negligências à parte, não há workshop que me leve a mexer um pau ou a soprar um ou dois pulmões. Tenho muito presente a seguinte descrição de tortura: bater com paus nos nós dos dedos. Esquecendo o quão interessante seria aprender a tocar uma gaita-de-foles, lembrei-me que não o ia conseguir fazer em dez minutos e continuei a fazer algo com que tenho lidação diária e frequente, deambular curiosamente pelas redondezas.
Tomo nono: Sol, sol, sol, uma maravilha, permite-me passar pelas mais diferentes cores de pele encarnando as várias colorações cada uma com o seu próprio dialecto. Começa o andamento e o levantamento de pó. Metem-se as pernas em piloto automático (disse-o tantas vezes que nem sei se é uma expressão minha se é da bióloga de olhar penetrante).
Tomo décimo: Esquece tudo o que viste até hoje, teoricamente é necessário ter uma grande manuseabilidade de pernas, tronco e pescoço para evitar pisadelas de 500 quilos, jactos de excremento ou investidas aceleradas de encontrões. Não é um passeio, é uma corrida de obstáculos. É como um, daqueles concursos televisivos muito ambiciosos que levam as pessoas a ultrapassar os seus medos, mas que em Portugal não colam, porque em Portugal aprende-se a ter medo das Maldivas ou de Cruzeiros. Tudo coisas traumatizantes.
Tomo décimo primeiro: As torradas dos infernos. Diria que se o nosso castigo enquanto pecadores, acabando nas catacumbas dos infernos, fosse comer torradas. Seria sem dúvida em Miranda do Douro um bom começo para o castigo final. 5 torradas inflacionadas ao triplo do que se faz na capital é obra do demo. Belzebu parou e disse, que comam torradas até ao encher dos olhos.
Tomo um tang e acabo: Foi uma semana espectacular, onde conheci pessoas que gostei muito, porque partilham das mesmas paixões que tenho, rir, descansar, escrever, admirar sítios únicos e conseguir manter toda uma série de conversas acerca de comida, frango assado, tang e torradas. Alguém me pegou a história de pedir galões ao pequeno-almoço. Mas é um mal menor quando se consegue compensar sempre a diferença com uma sandwich de presunto.
Espero repetir para anos vindouros e repetir a quantidade de sorrisos e boa disposição que vivi e assisti durante toda a semana.
Tomo primeiro: dia normal não fosse o início de uma temporada de férias. O meu objectivo é sempre o de descansar a cabeça e chego inevitavelmente à conclusão de que nunca o consigo, porque estou sempre a magicar alguma coisa. Imaginação crónica, modéstia à parte. Nada a assinalar excepto o facto de ter feito uma viagem a 120 km/h porque todo o carro abanava com o vento. Fui em direcção ao mato.
Tomo segundo: Got there! Almoço e jantar de férias é sempre e quase obrigatório fazer grelhados: entremeadas, salsichas, sardinhas, frango (ahhhhhh, o frango). A indispensável salada que por insistência dos presentes passa de salada de tomate com cebola, para salada de cebola com tomate. O molho de alho que até os mosquitos afasta e a bela sesta à beira da piscina. Descanso, pensei. Descanso.
Tomo terceiro: Curvas e contracurvas. Saí do mato para o matagal, o poeiredo ou a terra das curvas com precipícios de onde não há salvação possível, mesmo que me safasse da estrada, não me safava da água. O piloto de rallies elevou o nome de crânio a castanholas, pelo menos no banco de trás, tudo parecia enublado com o sono forçado que me foi proposto pelas cabeçadas na porta.
Tomo quarto: Cheguei, e mesmo na altura em que o desmaio perdeu efeito. Olhos abertos, a abarrotar de pastéis de fraqueza procurei avidamente uma posta de novilho que para delícia das minhas artérias vinha temperada no ponto C o ponto de apogeu do colesterol. Só coisas boas para a moral. Atendidos por alguém no restaurante, digo alguém porque pela aparência, não discerni o que seria: um homem, uma mulher, uma mistura? Fixei a sua voz sumida em tom de noviço no canal horeca. Chamouuuuu? Com um murro na mesa gritei guturalmente: é um bife ainda a mexer. Já!!!
Tomo quinto: A escolha foi difícil depois de vários pensamentos rápidos acerca de estilo, cor da pele e a cor dos olhos ou cabelo, para escolher a indumentária que seria a utilizar por dias vindouros capacitada de aguentar com vários dias sem ver água na fibra. A escolha recaiu na castanha, naturalmente escura poderia sem dúvida alguma camuflar nódoas, medalhas, onde jazem insectos e até a poeira dos caminhos.
Tomo sexto: conhecidas as companheiras do passeio, de ar animado e bem-disposto. Pode-se dizer que são excelentes exemplares da raça e que na certeza das minhas palavras seriam a escolha do oposto de género para a parafernália de situações que advêm duma atracção. Foram de facto belos exemplares e mais do que o demonstraram no final do passeio. Aguentar com toda a carga exige estrica e genica.
Tomo sétimo: Exercício fulcral matinal, ao almoço e ao jantar. A crítica quer-se útil, destrutiva, construtiva, assertiva, normativa e regular. Cumpri.
Tomo oitavo: negligências à parte, não há workshop que me leve a mexer um pau ou a soprar um ou dois pulmões. Tenho muito presente a seguinte descrição de tortura: bater com paus nos nós dos dedos. Esquecendo o quão interessante seria aprender a tocar uma gaita-de-foles, lembrei-me que não o ia conseguir fazer em dez minutos e continuei a fazer algo com que tenho lidação diária e frequente, deambular curiosamente pelas redondezas.
Tomo nono: Sol, sol, sol, uma maravilha, permite-me passar pelas mais diferentes cores de pele encarnando as várias colorações cada uma com o seu próprio dialecto. Começa o andamento e o levantamento de pó. Metem-se as pernas em piloto automático (disse-o tantas vezes que nem sei se é uma expressão minha se é da bióloga de olhar penetrante).
Tomo décimo: Esquece tudo o que viste até hoje, teoricamente é necessário ter uma grande manuseabilidade de pernas, tronco e pescoço para evitar pisadelas de 500 quilos, jactos de excremento ou investidas aceleradas de encontrões. Não é um passeio, é uma corrida de obstáculos. É como um, daqueles concursos televisivos muito ambiciosos que levam as pessoas a ultrapassar os seus medos, mas que em Portugal não colam, porque em Portugal aprende-se a ter medo das Maldivas ou de Cruzeiros. Tudo coisas traumatizantes.
Tomo décimo primeiro: As torradas dos infernos. Diria que se o nosso castigo enquanto pecadores, acabando nas catacumbas dos infernos, fosse comer torradas. Seria sem dúvida em Miranda do Douro um bom começo para o castigo final. 5 torradas inflacionadas ao triplo do que se faz na capital é obra do demo. Belzebu parou e disse, que comam torradas até ao encher dos olhos.
Tomo um tang e acabo: Foi uma semana espectacular, onde conheci pessoas que gostei muito, porque partilham das mesmas paixões que tenho, rir, descansar, escrever, admirar sítios únicos e conseguir manter toda uma série de conversas acerca de comida, frango assado, tang e torradas. Alguém me pegou a história de pedir galões ao pequeno-almoço. Mas é um mal menor quando se consegue compensar sempre a diferença com uma sandwich de presunto.
Espero repetir para anos vindouros e repetir a quantidade de sorrisos e boa disposição que vivi e assisti durante toda a semana.
quarta-feira, agosto 13, 2008
Novas ligações
Tipicamente quando vamos envelhecendo, passam-se os anos. E com o passar dos anos, mudam-se as vontades.
A minha vontade em tempos foi escrever até rebentar. Produzir, não necessariamente em quantidade, mas acima de tudo em qualidade. E é por isso que hoje releio algumas coisas e ampliado o meu grau de exigência, ainda conseguem passar no meu filtro de censura. Aproveito por isso para estabelecer novas ligações a amigos e a seres humanos que são belos à sua maneira, nem sempre por fora, mas sempre belos por dentro. Não querendo ferir susceptibilidades adicionei à barra lateral mais 2 ou 3 links para que se vos deleite a vista, se vos tente o palato e se vos voe o pensamento.
Ainda que não estejam aqui espelhadas todas as minhas opiniões e pensamentos sobre as referidas pessoas, deixo repassar os meus elevados padrões de selecção no que diz respeito a presenças na minha lide de amizades.
Beijos e abraços.
A minha vontade em tempos foi escrever até rebentar. Produzir, não necessariamente em quantidade, mas acima de tudo em qualidade. E é por isso que hoje releio algumas coisas e ampliado o meu grau de exigência, ainda conseguem passar no meu filtro de censura. Aproveito por isso para estabelecer novas ligações a amigos e a seres humanos que são belos à sua maneira, nem sempre por fora, mas sempre belos por dentro. Não querendo ferir susceptibilidades adicionei à barra lateral mais 2 ou 3 links para que se vos deleite a vista, se vos tente o palato e se vos voe o pensamento.
Ainda que não estejam aqui espelhadas todas as minhas opiniões e pensamentos sobre as referidas pessoas, deixo repassar os meus elevados padrões de selecção no que diz respeito a presenças na minha lide de amizades.
Beijos e abraços.
terça-feira, agosto 12, 2008
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